The New Work Times – QiSmoke™

NEW YORK TIMES fala sobre o Cigarro Electrónico.Um excepcional artigo publicado no New York Times esta semana que fala sobre a eficácia dos e-cigarros, cigarros electrónicos ou cigarros eléctricos como também podem ser denominados. O artigo faz menção a vários estudos efectuados que mostram que os cigarros electrónicos são mais seguros que os cigarros tradicionais que contrariam o mito de que o cigarro electrónico faz mal à saúde.O artigo começa com factos bem conhecidos e que dizem respeito à dificuldade de deixar de fumar, referenciando um estudo piloto levado a cabo pela Universidade da Catânia em Itália, onde 40 “fumadores pesados” foram sujeitos a mudar para o cigarro electrónico. 6 meses depois o estudo revelou que mais de metade dos fumadores reduziram pelo menos 50% o consumo de tabaco e aproximadamente 25% deixaram de fumar definitivamente.

Interessantemente, o artigo focou não só no sucesso dos cigarros electrónicos mas também as variadíssimas fontes de oposição ao uso destes dispositivos. Nos Estados Unidos a FDA (Food and Drug Administration) tentou implementar múltiplas medidas para evitar que o cigarro electrónico fosse utilizado em larga escala. Entretanto, fontes credíveis em Inglaterra tais como a “Boston University School of Public Health”, “American Association of Public Health Physicians”, “American Council on Science” e a “Health and the Royal College of Physicians” apoiaram o uso dos cigarros electrónicos.

O Dr. Siegel, um professor da “Boston University of Public Health” que já publicou um estudo sobre a segurança dos cigarros eletronicos citou o seguinte: “Não percebo o preconceito que existe contra os cigarros electrónicos pelos ativistas e associações.” O artigo faz ainda menção a uma observação feita pelo professor, “ele acrescentou que não fazia sentido em haver preocupação com os hipotéticos riscos dos minúsculos níveis de alguns químicos dos cigarros electrónicos quando a alternativa conhecida é mortífera: os cigarros tradicionais contêm milhares de químicos, incluindo dezenas de carcinogénicos e centenas de toxinas”.

Em 2007 a British medical Society concluiu também que a nicotina por si só não é perigosa. “Se a nicotina puder ser ingerida de uma maneira que seja aceitável e eficaz na substituição do cigarro tradicional, milhões de vidas podem ser poupadas.”

Apelamos vivamente à leitura deste artigo, uma vez que não é comum os meios de comunicação social abordarem o tema dos cigarros electrónicos de uma forma tão imparcial. Ler artigo na íntegra no New York Times.

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